Sua voz procuro, calada.
Se foi, nos meus braços a sinto,
Presença se indo.
Solidão batendo.
Nos meus Lábios o gosto
Não mais o seu,
Gosto de Pó.
De um amor cremado
Já foi partiu.
O Que Restou?
Um jovem amor, que pela primeira vez
Se arrependeu, de não ser amor,
Más pouco expor
O que Sentias ?
Murilo Guarnieri
Ó Poeta do desdém,
Vês a mentira virar pó.
Não vês, Poeta?
Que da Boca o gosto amargo tu provaste?
Não vês que da cinza outrora a brisa levou.
Oras, Louco!
Na mocidade de teus amores não se arrependa-te
Já não resta nada além de Amar nos últimos dias.
Nos braços teus, o que era Donzela,
Hoje esmorece feito sombra sobre a vela.
Confesso a ti, ó Criatura.
O pulsante calado já não esta,
Gritando em tons maiores a canção dos temores
Alcança a frieza do desprezo.
Sem resposta, engole seco os espinhos afinados.
Então, Poeta dos Novos tempos.
Acostuma-te, pois amar, em Novos Tempos
É amar sem ser amado,
É plantar seus próprios frutos e não vê-los Semeados.
Renan Rodrigues
oohh esses meninos poetas da ipi jd nazarethhh
ResponderExcluirmuito boa essa poesia fazia tempos que não me admirava tanto por uma poesia assim!meus parabéns!tenhas meus cumprimentos!
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